Sobre a dengue, Zika e chikungunya

Dengue, Zika e chikungunya são arboviroses transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Embora apresentem sinais clinicamente parecidos, como febre, dores de cabeça, dores nas articulações, enjoo e exantema (rash cutâneo ou manchas vermelhas pelo corpo), há alguns sintomas marcantes que diferem as enfermidades.

No Brasil, os primeiros relatos de dengue datam do final do século XIX, em Curitiba, no Paraná, e do início do século XX, em Niterói, no Rio de Janeiro. Do total de casos de infecção por dengue no mundo, estima-se que 70% estão concentrados no sudeste asiático e nas ilhas do Pacífico. Menos de 1% das infecções evoluem para óbito, mas, na última década, dez países entraram para a lista dos afetados pela doença, tais como Sri Lanka, Nepal, Timor-Leste, Indonésia e Tailândia.

O vírus Zika recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda.

No Brasil, a circulação do vírus chikungunya foi identificada pela primeira vez em 2014. Chikungunya significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.

Para mais informações sobre essas arboviroses, acesse a Rede Dengue, Zika e Chikungunya, mantida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz):

http://rededengue.fiocruz.br/