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Fique por dento das notícias mais recentes sobre o Método Wolbachia, a iniciativa internacional de combate às doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, Zika e chikungunya. Fazemos a liberação dos nossos mosquitos aliados, os Aedes aegypti com Wolbachia, no Rio de Janeiro e em Niterói.

Aedes aegypti prefere o calor, mas continua ativo no inverno

Embora os meses quentes do verão sejam a época mais propícia para a transmissão de dengue, Zika e chikungunya, essas doenças são uma ameaça também no inverno. De fato, as chuvas abundantes, a umidade e o calor típicos do verão favorecem, naturalmente, a reprodução do mosquito Aedes aegypti, que é o vetor dessas doenças. Porém, a transmissão dos vírus acontece o ano todo, inclusive no inverno. Por isso, os meses mais frios devem ser encarados não como uma trégua, mas como uma oportunidade de tomar medidas preventivas para auxiliar a diminuir os criadouros do mosquito.

 

 

Afinal, por que o mosquito prefere o calor?

A razão pela qual as temperaturas mais altas favorecem o aumento da população de Aedes aegypti é a seguinte: os mosquitos são holometábolos, isto é, fazem a metamorfose completa. Do ovo nasce a larva, que se transforma em pupa e, depois em mosquito adulto. Assim, durante seu ciclo de vida o Aedes aegypti tem uma fase aquática e uma fase terrestre, e as variáveis climáticas têm impacto direto em seu desenvolvimento nesses dois ambientes. Por se tratar de um mosquito antropofílico, ou seja, que vive em íntima associação com os seres humanos, o mosquito Aedes aegypti busca abrigos com condições mais favoráveis nas casas das pessoas. O objetivo é se proteger das condições mais extremas de altas temperaturas do lado externo. Ou seja: a prevenção é a melhor estratégia de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, em qualquer época do ano.